Cirurgia Plástica: consciência e necessidade de lidar com as expectativas
Algo muito importante a ser trabalhado com pacientes que pretendem se submeter a realização de procedimentos estéticos cirúrgicos é a conscientização e a necessidade de alimentar expectativas reais quanto aos resultados.
Outros fatores igualmente importantes de se esclarecerem é que a rotina deve ser adaptada à nova condição, pois a cirurgia é uma etapa do processo que envolve pré-operatório, cirurgia, pós-operatório, drenagens linfáticas, alimentação balanceada e a prática de exercícios físicos para assim também manter os resultados dentro do esperado e satisfatório.
Os cirurgiões plásticos convivem diariamente com pacientes à procura de resultados inalcançáveis. Algo como parecer com celebridades, salvar um relacionamento, resolver algum problema que não pode ser resolvido por este meio ou várias outras razões não ideais. Após visualizarem fotos de pacientes de antes e depois por meio de imagens, muitos pacientes acabam percebendo que é necessário repensar suas expectativas e se conformar com o resultado que lhe é possível.
O que o cirurgião pode fazer para ajudar?
Não é difícil identificar pacientes que sofrem de algum distúrbio de saúde que os impede de realizar cirurgias plásticas: anorexia nervosa, diabetes e distúrbios hemorrágicos, por exemplo. No entanto, fatores não físicos acabam sendo características menos notáveis e podem passar despercebidas. Esses pacientes com se tornam os mais prováveis a ficarem insatisfeitos, pois já possuem uma visão distorcida do próprio corpo, esperam resultados impossíveis e irreais e isso pode prejudicar até a publicidade do médico e sua clínica.
A entrevista com o paciente é extremamente importante para realizar as perguntas certas e estabelecer uma relação médico-paciente sólida. As melhores perguntas logo de início são as mais abertas (em vez de simplesmente “sim” e “não”) e os tópicos tratados devem ser: o que o paciente quer mudar, o porquê dessa mudança e o que irá mudar na vida dele após o procedimento. É com esse tipo de conversa que fica mais fácil identificar a motivação por trás do pedido, analisar se é um desejo pessoal ou uma forma de agradar outra pessoa, seja no trabalho ou vida pessoal.
Ouvir atentamente o que é dito e não dito é essencial. Quando a pessoa se sente à vontade para confiar no doutor ela irá dizer (direta ou indiretamente) o que é preciso para que ele decida se irá operar ou não. Mesmo se o médico decidir não realizar a plástica, ele pode recomendar algum procedimento não cirúrgico ou menos invasivo, outras orientações como medicamentos ou simplesmente uma mudança no estilo de vida com atividades físicas e uma alimentação mais saudável.
Um Dado vindo da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) diz que cerca de 30% dos pacientes são rejeitados por um cirurgião plástico por não terem expectativas reais. Por isso, na hora da decisão o mais importante são os questionamentos: a cirurgia solicitada pode ser feita com segurança? Existem mais chances de sucesso ou de fracasso?
A Clínica TAC pode realmente orientar pacientes quanto às expectativas e ajuda-los na conscientização dos resultados, sempre direcionando para o melhor caminho de acordo com a real e individual necessidade de cada paciente.
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DRA. TANIA SCHMIDT
Cirurgiã Plástica – CRM 23852
Graduada em Medicina pela Pontífica Universidade Católica do Paraná – PUCPR de Curitiba – PR.
1ª Colocada no concurso para obtenção do Título de Especialista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, vencedora do prêmio Farid Hakme – Silimed (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – Comissão de Concursos e Concessão de Prêmios, 2013).
Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
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